Rondônia, 09 de junho de 2026
Política

UNIÃO VETA EMENDAS DO ORÇAMENTO PARA RONDÔNIA HÁ 2 ANOS, DIZ EXPEDITO

O senador Expedito Junior (PR-RO) fez um desabafo na manhã desta segunda-feira durante reunião da bancada federal para discutir a origem dos recursos para ampliação e modernização do aeroporto de Ji-Paraná. O parlamentar disse que há dois anos o Governo Federal não libera um único centavo das emendas coletivas, sempre contingenciado o Orçamento da União, a exemplo do que aconteceu recentemente com o corte de R$ 21 bilhões anunciados pelo Planalto para 2009.


O deputado federal Ernandes Amorim (PTB-RO) fez coro as palavras de Expedito. “Sou da base aliada do Governo, mas não recebo nada em contra partida”, explicou Amorim. Segundo ele, o Planalto faz “os deputados e senadores de besta e mentirosos” porque acabam anunciando a inclusão da emenda para determinada obra, quando, na realidade, os recursos acabam contingenciados.

Em tom de cobrança à coordenação da bancada, Expedito listou os assuntos que estão em discussão com o Governo Federal e que até hoje não têm solução. Ele citou a transposição dos servidores do Estado para os quadros da União, a dívida do extinto Banco do Estado de Rondônia (Beron), cuja decisão do Senado em caráter terminativo foi enviada ao Palácio do Planalto, que fez pouco caso do assunto, o asfaltamento da BR-429, a construção do Anel Viário de Ji-Paraná e a eletrificação rural. “Nada aconteceu nesses dois últimos anos. A bancada pode até estar unida, mas não resolveu nada com o Governo”, criticou o senador Expedito Junior. Sobre a eletrificação, o programa Luz para Todos cumpriu as metas em boa parte do País, mas só em Rondônia o projeto é deficitário.

O deputado federal Ernandes Amorim (PTB-RO) fez coro as palavras de Expedito. “Sou da base aliada do Governo, mas não recebo nada em contra partida”, explicou Amorim. Segundo ele, o Planalto faz “os deputados e senadores de besta e mentirosos” porque acabam anunciando a inclusão da emenda para determinada obra, quando, na realidade, os recursos acabam contingenciados.

O coordenador da bancada, Eduardo Valverde, concordou que o corte do Orçamento prejudica as emendas coletivas. Ele entende que o momento é corre atrás para que as emendas individuais sejam liberadas e não entrem na previsão de bloqueio do Governo.

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