Rondônia, 12 de fevereiro de 2026
Política

Vereador licenciado “desconvoca” eleição do PMDB de Vilhena

O vereador licenciado Ronaldo Alevato, atual secretário regional de Governo no Cone Sul, enviou, na manhã de hoje, para a imprensa local, um Edital de Revogação, anunciando o cancelamento da reunião extraordinária marcada para o próximo dia 10, quando seria escolhida a nova executiva municipal do PMDB. Embora ninguém desse declarações a respeito, era dada como certa a eleição do deputado federal Natan Donadon para comandar a sigla na cidade.



O desdobramento da crise peemedebista certamente terá novos capítulos, uma vez que o deputado e o atual presidente tem pendências antigas para resolver. No ano passado, quando Natan foi julgado pelo STF e corria risco de não assumir o mandato, Lima chegou a ameaçar o parlamentar com a expulsão, aparentemente a mando de Raupp. “A gente nunca engoliu isso”, admite um parente de Donadon.
Pessoas ligadas a Ronaldo disseram, sob a condição de não serem identificadas, que ele teria ligado para Raupp e ouvido do senador um apelo para permanecer no cargo, a fim de evitar a ascensão de Natan ao posto. Ninguém sabe os motivos, mas o fato é que Ronaldo se licenciou da presidência, passando o comando ao empresário Elizeu Lima, que assinou o edital de cancelamento.

O desdobramento da crise peemedebista certamente terá novos capítulos, uma vez que o deputado e o atual presidente tem pendências antigas para resolver. No ano passado, quando Natan foi julgado pelo STF e corria risco de não assumir o mandato, Lima chegou a ameaçar o parlamentar com a expulsão, aparentemente a mando de Raupp. “A gente nunca engoliu isso”, admite um parente de Donadon.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Elias Rezende assume presidência do PRD e consolida liderança na Federação Renovação Solidária

Pastor Evanildo deixa o PRTB com anuência da direção nacional e estuda convites para concorrer à Câmara

Vereador de Pimenta Bueno tem mandato cassado por uso irregular de recursos eleitorais

Deputado Marcelo Cruz não votou em projeto que permite transações do Governo com empresas na dívida ativa